Na última semana, o Banco Central anunciou uma das evoluções mais relevantes na estrutura de segurança do Pix desde o seu lançamento. Entrou em vigor o MED 2.0 (Mecanismo Especial de Devolução), uma atualização que amplia significativamente a capacidade de rastreamento e recuperação de valores em casos de fraude.
A mudança começou a valer no dia 02 de fevereiro, com um período de adequação técnica até maio. A partir daí, a fiscalização passa a ser efetiva para todas as instituições que operam o Pix.
Para quem vende online, opera no varejo ou depende do Pix como meio estratégico de recebimento, essa evolução traz um impacto direto: mais proteção, mais previsibilidade e mais confiança no ecossistema.
O que é o MED 2.0 e o que muda na prática
Até agora, o MED atuava principalmente sobre a conta inicial utilizada em uma tentativa de golpe. Com o MED 2.0, a lógica muda completamente.
O novo mecanismo passa a acompanhar todo o caminho do dinheiro, mesmo quando os valores são transferidos rapidamente entre diferentes contas — uma prática comum em fraudes mais sofisticadas.
Na prática, isso significa:
🔍 Rastreamento em cadeia das transações suspeitas
🔒 Bloqueios preventivos automáticos, não limitados à primeira conta
🔄 Mais chances reais de recuperação dos valores
⏱️ Prazo de até 7 dias para conclusão do processo de devolução
O resultado é claro: menos espaço para manobras fraudulentas e um ambiente muito mais controlado para quem opera pagamentos em escala.
Contestação mais simples, resposta mais rápida
Outro avanço importante trazido pelo Banco Central foi a simplificação do processo de contestação, que agora pode ser iniciado diretamente pelo aplicativo do banco ou da instituição de pagamento.
Esse detalhe faz toda a diferença. Em casos de fraude, tempo é um fator crítico. Reduzir atrito, eliminar etapas desnecessárias e acelerar a resposta aumenta significativamente a efetividade do processo.
Para o varejo digital, isso representa menos desgaste operacional e mais segurança na jornada financeira.
Por que isso fortalece o Pix como meio de pagamento
O Pix já é um dos meios de pagamento mais relevantes do país. Com o MED 2.0, ele dá mais um passo importante rumo à maturidade do ecossistema.
Mais segurança significa:
Maior confiança do consumidor final
Mais tranquilidade para empresas e operações de alto volume
Um ambiente mais previsível para crescimento e escala
Em um cenário onde fraude é um risco real, acompanhar — e operar dentro — da evolução regulatória não é diferencial. É requisito.
Onde a Pago Express entra nesse cenário
Na Pago Express, acompanhamos de perto cada atualização regulatória e cada avanço na infraestrutura do Pix. Nossa operação é preparada para atuar em conformidade com as novas exigências, oferecendo aos nossos clientes:
Infraestrutura de pagamentos alinhada às regras do Banco Central
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Mais segurança no Pix fortalece todo o ecossistema — e, quando combinada com uma operação bem estruturada, vira vantagem competitiva.
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