O Pix deixou de ser apenas uma inovação do sistema financeiro brasileiro para se tornar o meio de pagamento central na rotina dos pequenos negócios. Cinco anos após seu lançamento pelo Banco Central do Brasil, o modelo instantâneo já lidera tanto o recebimento de vendas quanto o pagamento de fornecedores, consolidando uma mudança estrutural na forma como empreendedores movimentam seus recursos.
Dados recentes de pesquisa conduzida pelo Sebrae, em parceria com o Ipespe, mostram que quase 60% dos pequenos negócios brasileiros apontam o Pix como principal forma de recebimento. O número reforça uma tendência clara: simplicidade, velocidade e previsibilidade passaram a ser decisivas na escolha dos meios de pagamento.
Pix supera cartões e acelera a digitalização
O levantamento revela que o Pix já supera, com folga, os meios tradicionais. Cartões de crédito e débito aparecem como segunda opção, concentrando pouco mais de 15% das preferências, enquanto o dinheiro segue em queda contínua. Para o pequeno empreendedor, isso representa menos fricção na venda, redução de custos operacionais e maior controle sobre o fluxo financeiro.
Esse cenário confirma que o avanço do Pix não está ligado apenas à conveniência, mas à necessidade de operações mais eficientes e integradas — especialmente em um ambiente de margens cada vez mais apertadas.
MEIs puxam a liderança no uso do Pix
Entre os microempreendedores individuais, a preferência é ainda mais expressiva. Cerca de sete em cada dez MEIs já utilizam o Pix como principal meio de recebimento, índice superior ao observado em microempresas e empresas de pequeno porte.
O dado reforça o papel do Pix como um instrumento de inclusão financeira, que reduz barreiras de entrada e permite que negócios menores operem com a mesma agilidade de empresas mais estruturadas — desde que contem com uma infraestrutura de pagamentos preparada para escalar.
A força regional e o impacto no dia a dia do negócio
A adesão ao Pix é consistente em todas as regiões do país, com destaque para o Norte e o Nordeste, onde o meio de pagamento se consolidou como protagonista das transações comerciais. O uso também atravessa diferentes faixas etárias, mostrando que a digitalização deixou de ser um fator geracional e passou a ser uma exigência do próprio mercado.
Mais do que receber vendas, o Pix também lidera o pagamento de fornecedores, sendo citado por mais da metade dos empreendedores, à frente de boletos e cartões. Isso evidencia uma mudança profunda na gestão financeira: operações mais rápidas, conciliações mais simples e menos dependência de processos manuais.
Pix no centro da estratégia financeira
O que os dados mostram é claro: o Pix não é mais um diferencial competitivo — é parte essencial da engrenagem financeira dos pequenos negócios. À medida que ele assume um papel central, cresce também a importância de contar com parceiros que ofereçam estabilidade, integração entre meios de pagamento e inteligência operacional.
Na Pago Express, o Pix faz parte de um ecossistema completo que conecta cartão, boleto e transferências instantâneas em um único fluxo, garantindo mais controle, previsibilidade e eficiência para negócios que querem crescer sem travar na etapa mais decisiva da venda.